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Morges: uma viagem em meio à diversidade das flores suíças…

31 julho, 2018

Era noite de natal em Zurique, Suíça. Miriam estava na casa da filha e aguardava a família de seu namorado. Como de costume no país, quando chegaram no apartamento, todos deixaram seus sapatos na porta de entrada. Miriam, no entanto, permaneceu calçada, chamando atenção dos suíços.

Festival das Tulipas, em Morges

Alguns dias depois, logo ao chegar na casa dos sogros de sua filha para um jantar, a sogra da sua filha disse a ela que podia ficar calçada, apesar dos outros estarem descalços. Miriam majestosamente agradeceu a gentileza e permaneceu calçada. “Percebi que fui reconhecida mais por ficar calçada do que por qualquer outra coisa, então deixei que essa fosse a minha marca registrada por eles”, conta a viajante.

Visitando o Festival das Tulipas, em Morges, na Suíça, Miriam se lembrou daquele episódio. E percebeu que, não importa onde estivermos, sempre haverá algo que nos torne singular, assim como aquelas flores que, com suas diferentes formas, cores e perfumes, harmonizam um belo jardim, sem perder suas características próprias. Aquele jardim se tornou mais belo pela diversidade das flores, que inspiravam cada visitante a se deleitar na harmonia do seu conjunto.”Que esse pensamento inspire cada um a deixar desabrochar a flor que existe dentro de si, com a certeza de que brilhará em diferentes jardins”, incentiva a viajante.

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Vancouver: você já ouviu falar em Englishfobia?

31 julho, 2018

Englishfobia. Diziam que ela tinha. Um simples “Where are you from?” bastava para ela gelar e entrar em pânico. Decidiu enfrentar o medo e foi fazer intercâmbio de um mês em Vancouver, no Canadá. Entre muitas risadas com os novos amigos e passeios por lindas paisagens, Victória foi, aos poucos, perdendo o medo do idioma. “Minha família canadense foi tão receptiva, minhas amigas japonesas e brasileiras tão queridas”, conta a viajante.

Lago Middle Joffre, Vancouver. Foto: Victoria Silva

E, no final da viagem, seu coração ficou dividido: um lado morria de saudade de casa, o outro, queria ficar e continuar vivendo aqueles momentos incríveis. “Passei os dois últimos dias da viagem chorando”, lembra. Victória voltou pro Brasil e está muito feliz aqui. Mas terá sempre guardada, com muito carinho, as boas lembranças vividas no Canadá. E, claro, sem o medo de falar inglês. 🙂

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Djurgården: o mundo dá voltas!

31 julho, 2018

Amanda decidiu mudar. Em uma semana já estava em outro país. E foi lá que ela se deu conta de que mudar foi uma de suas grandes conquistas.

Djurgården. Foto: Amanda de Sá

Refletindo sobre sua vida, enquanto admirava a paisagem de Djurgården, em Estocolmo, Amanda percebeu que, graças às dificuldades que enfrentou, descobriu uma força que jamais imaginou ter. Assim, ela aprendeu a valorizar também o lado ruim das coisas. E percebeu que, por pior que seja a situação, podemos aproveitar cada segundo dela: “Se está desempregado, use o tempo livre pra fazer algo pra você. Se alguém te decepcionou, agradeça por finalmente vir a verdade”, diz a viajante.

Foi então que, ali, às margens daquele lago, ela se lembrou de um famoso ditado: “Para brilhar, o diamante precisa ser lapidado”. E, assim, concluiu que precisamos ser gratos pela nossa lapidação. “Transforme o lado ruim em algo positivo! Não desanime nunca! O mundo dá voltas. Prepare-se pra todas elas!”, aconselha a viajante.

Tem um relato de viagem interessante para contar? Escreve aqui nos comentários! 🙂

Rio de Janeiro: você precisa ler essa história!

10 Maio, 2018

Foto: Bruna Genario

Era uma aula de campo em Mendes. A bióloga Bruna viajava pela região com o grupo da faculdade em busca de cobras nas trilhas. E eis que encontraram essa aí da foto. “O professor deixou a galera pegá-la na mão, pois, teoricamente, ela é bem tranquila”, conta a viajante. Mas quando Bruna pegou o animal, a cobra agarrou no dedo dela e não queria soltar mais! “O professor tentava tirar, mas ela mordia de novo!”, conta a bióloga..

Até que após alguns sofridos minutos, a cobra enfim desistiu. E então o dedo de Bruna começou a latejar, inchar e ela mal conseguia fechar a mão! Até febre teve. Quando voltou pra casa, a mãe, quando viu, quase caiu dura! “Ela já queria ligar pro Butantan, mas meu professor era especialista em serpentes e me disse que poderia me dar reação, mas que, com um Polaramine, resolveria em alguns dias”, explica a viajante..

Com o passar dos dias, o ferimento foi melhorando até sarar por completo. E você pensa que a situação abalou a viajante? Nananinanão. “Para biólogos, a experiência de ser mordida por cobras é incrível”, diz ela. kkkkk..

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